Saiu ontem no caderno de Economia do JB uma matéria sobre a sociedade de consumo. A manchete é “Emoções guiam decisão de investimento”.
A matéria fala sobre a emoção na hora de consumir, e não apenas a razão. Segundo professores de finanças da Universidade Federal de Santa Catarina, o homem faz uso de ilusões cognitivas para consumir e investir. As decisões de compra teriam influência dos primatas, por situações vividas nas savanas africanas. A dificuldade das pessoas em poupar dinheiro remeteria aos casos nos quais os homens primatas teriam que consumir no menor tempo possível.
A decisão de consumo de um bem agora ou no futuro tem variáveis de tempo e risco. No caso do futuro, a variável de tempo, pois ele deve estar vivo; E a variável de risco, pois o objeto pode não estar mais disponível. Então, de uma certa forma, os juros levariam as pessoas a aprender a poupar.
Na matéria se aponta o contraponto das pessoas que, ao mesmo tempo em que criam uma poupança para os filhos, entram no cheque especial; outras preferem parcelar uma compra no cartão de crédito a usar o dinheiro de uma poupança feita nas férias, por exemplo.
Sobre a riqueza, as pessoas querem saber como ficar ricas, mas não conseguem nem definir o que é ser rico. Uma pessoa só pode ser considerada rica se o patrimônio que ela tiver puder ser sustentado em longo prazo – É importante saber o quanto pretende se investir para manter um padrão de vida estável.
A matéria fala sobre a emoção na hora de consumir, e não apenas a razão. Segundo professores de finanças da Universidade Federal de Santa Catarina, o homem faz uso de ilusões cognitivas para consumir e investir. As decisões de compra teriam influência dos primatas, por situações vividas nas savanas africanas. A dificuldade das pessoas em poupar dinheiro remeteria aos casos nos quais os homens primatas teriam que consumir no menor tempo possível.
A decisão de consumo de um bem agora ou no futuro tem variáveis de tempo e risco. No caso do futuro, a variável de tempo, pois ele deve estar vivo; E a variável de risco, pois o objeto pode não estar mais disponível. Então, de uma certa forma, os juros levariam as pessoas a aprender a poupar.
Na matéria se aponta o contraponto das pessoas que, ao mesmo tempo em que criam uma poupança para os filhos, entram no cheque especial; outras preferem parcelar uma compra no cartão de crédito a usar o dinheiro de uma poupança feita nas férias, por exemplo.
Sobre a riqueza, as pessoas querem saber como ficar ricas, mas não conseguem nem definir o que é ser rico. Uma pessoa só pode ser considerada rica se o patrimônio que ela tiver puder ser sustentado em longo prazo – É importante saber o quanto pretende se investir para manter um padrão de vida estável.
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