A sociedade de consumo é a que pratica o consumismo, óbvio. Mas se fosse apenas isso, ela seria uma sociedade consumidora, e não consumista. Consumidor todo mundo é, todos somos seres humanos, logo, todos vivemos em sociedade e logo, somos consumidores. Consumismo não apenas o material, o não tão necessário, quanto o supérfluo (que se faz necessário). Consome-se comida, informação, arte, cultura, roupas, mídia, esporte, saúde, música, drogas e outros. A questão que pode-se discutir é não só a quantidade de consumo, mas também a qualidade.
Nem tudo que se consome faz bem de alguma forma, psicológica ou fisicamente falando. O prazer de consumir na maioria das vezes é momentâneo e nem sempre necessário. O consumo vicia. Por isso, as pessoas deixam de ser “os consumidores” e passam a ser “os consumistas”. Na sociedade contemporânea, o consumo exagerado é algo comum, até o que não é tão importante acaba ficando importante, ou até fundamental. O consumo de transporte, por exemplo. É possível ser viciado em consumir transporte? Não. O que há é a necessidade. As pessoas, a pesar da praticidade em se resolver tudo na própria casa, elas precisam trabalhar, estudar e se divertir. Não há como deixar esse tipo de consumo que abriga consumidores e não consumistas.
O consumo exagerado é basicamente, desenvolvido na compra de supérfluo. O mais visto é o consumo exagerado de roupas, que deixam de ser objeto de vestuário e passam a ser categorias de escolhas, de aceitação na sociedade, motivo de julgamento e satisfação pessoa.
O ato do consumo veio a se consolidar no século XVIII. Um processo, que além de cultural é histórico, e veio junto com as características do capitalismo, globalização, desenvolvimento tecnológico e da política neoliberal. Irônico não é a interligação entre esses fatores, e sim, o ato de não assumi-los.
Nem tudo que se consome faz bem de alguma forma, psicológica ou fisicamente falando. O prazer de consumir na maioria das vezes é momentâneo e nem sempre necessário. O consumo vicia. Por isso, as pessoas deixam de ser “os consumidores” e passam a ser “os consumistas”. Na sociedade contemporânea, o consumo exagerado é algo comum, até o que não é tão importante acaba ficando importante, ou até fundamental. O consumo de transporte, por exemplo. É possível ser viciado em consumir transporte? Não. O que há é a necessidade. As pessoas, a pesar da praticidade em se resolver tudo na própria casa, elas precisam trabalhar, estudar e se divertir. Não há como deixar esse tipo de consumo que abriga consumidores e não consumistas.
O consumo exagerado é basicamente, desenvolvido na compra de supérfluo. O mais visto é o consumo exagerado de roupas, que deixam de ser objeto de vestuário e passam a ser categorias de escolhas, de aceitação na sociedade, motivo de julgamento e satisfação pessoa.
O ato do consumo veio a se consolidar no século XVIII. Um processo, que além de cultural é histórico, e veio junto com as características do capitalismo, globalização, desenvolvimento tecnológico e da política neoliberal. Irônico não é a interligação entre esses fatores, e sim, o ato de não assumi-los.
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