A mudança cultural, não só no Brasil, é um processo de adaptação a tudo que não é comum àquela determinada sociedade, e muitas vezes isso se dá pela invenção e desenvolvimento do próprio homem. Por exemplo, há pouco mais de dez anos, o Brasil se mostrava quase que inteiramente resistente à tecnologia do telefone móvel. Os aparelho, além de caros, apresentavam serviços que não faziam parte da cultura nacional. Apesar da teoria ser muito atraente, a prática ainda gerava certa desconfiança.
Com o passar do tempo, a tecnologia foi sendo “banalizada”, como tudo que se torna comum e insistente demais. Fator este, que ocorreu também pelo grande avanço da informática em pouco tempo. Assim, os telefones celulares se multiplicaram, e igualmente, as operadoras.
Seguindo a lei da oferta e da procura, o produto ganhou mais variações de modelos e serviços. As vantagens oferecidas cresceram imensamente e, hoje, até uma pessoa com renda zero, pode adquirir um aparelho. Aumentou a procura e o preço caiu para o valor de um doce. Inclusive, o preço é tão baixo que nem ladrões se mostram mais tão interessados em roubá-los. Seria como roubar doce de criança.
Em relação ao furto ou roubo dos celulares, uma grande verdade é que os próprios atuantes das ilegalidades estão abdicando do “direito” de levar o aparelho, independente de marca ou modelo. Conheço gente que já teve o aparelho devolvido pelo assaltante porque o objeto não comportava características lá muito modernas – Ou seja, design feio, modelo grande, display sem cores, sem câmera e o único jogo era o da cobrinha. Até a cultura da ilegalidade é influenciada. E também, por que não seria?
Antigamente todo mundo se virava muito bem sem celulares. Hoje, nos perguntamos como vivíamos sem ele. Os orelhões só têm servido para propagar logomarca de operadora. Já os celulares, propagam não ao logo, mas a marca; informações sobre horóscopo, resultados de jogos de futebol e promoções ignoradas antes mesmo de serem lidas.
O fato de que a tecnologia, como o exemplo aqui citado, influi na cultura da sociedade aqui citada, é praticamente inegável. Isso gera novos costumes, práticas, desejos, preferências, novos hábitos de consumo e dependência – Mas isto, só até um novo produto revolucionar o mercado.
Com o passar do tempo, a tecnologia foi sendo “banalizada”, como tudo que se torna comum e insistente demais. Fator este, que ocorreu também pelo grande avanço da informática em pouco tempo. Assim, os telefones celulares se multiplicaram, e igualmente, as operadoras.
Seguindo a lei da oferta e da procura, o produto ganhou mais variações de modelos e serviços. As vantagens oferecidas cresceram imensamente e, hoje, até uma pessoa com renda zero, pode adquirir um aparelho. Aumentou a procura e o preço caiu para o valor de um doce. Inclusive, o preço é tão baixo que nem ladrões se mostram mais tão interessados em roubá-los. Seria como roubar doce de criança.
Em relação ao furto ou roubo dos celulares, uma grande verdade é que os próprios atuantes das ilegalidades estão abdicando do “direito” de levar o aparelho, independente de marca ou modelo. Conheço gente que já teve o aparelho devolvido pelo assaltante porque o objeto não comportava características lá muito modernas – Ou seja, design feio, modelo grande, display sem cores, sem câmera e o único jogo era o da cobrinha. Até a cultura da ilegalidade é influenciada. E também, por que não seria?
Antigamente todo mundo se virava muito bem sem celulares. Hoje, nos perguntamos como vivíamos sem ele. Os orelhões só têm servido para propagar logomarca de operadora. Já os celulares, propagam não ao logo, mas a marca; informações sobre horóscopo, resultados de jogos de futebol e promoções ignoradas antes mesmo de serem lidas.
O fato de que a tecnologia, como o exemplo aqui citado, influi na cultura da sociedade aqui citada, é praticamente inegável. Isso gera novos costumes, práticas, desejos, preferências, novos hábitos de consumo e dependência – Mas isto, só até um novo produto revolucionar o mercado.
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