Um século vinte um que às vezes parece ter iniciado por uma globalização intensa. Na verdade, o que se vê de forma muito mais significante hoje, já significava há tempos.
A quebra da homogeneidade de uma cultura nacional quase intocável, para os menos atentos. A subordinação e a paixão à primeira vista pelo tecnológico, pelo prático, diferente e pelo supérfluo que se fez necessário. O consumo dos extremos, o consumo de informação, da cultura, do simples e do complexo.
A sociedade do consumo tem a cara de uma época, que de natural não tem nada. Tudo tem seu preço, tem valores – E que, por sinal, são muito bem facilitados antes de levarem a dificuldade à tona.
No Brasil se compra tudo, se consome de tudo. O consumo de sexo, a compra do mês, o dinheiro da passagem, a compra de votos, suborno, uma aposta, comprar água, energia, um corpo igual ao da Daniella Cicarelli, os direitos autorais, comprar informação, manipulação. Comprar até dinheiro - E o que o dinheiro puder comprar.
A quebra da homogeneidade de uma cultura nacional quase intocável, para os menos atentos. A subordinação e a paixão à primeira vista pelo tecnológico, pelo prático, diferente e pelo supérfluo que se fez necessário. O consumo dos extremos, o consumo de informação, da cultura, do simples e do complexo.
A sociedade do consumo tem a cara de uma época, que de natural não tem nada. Tudo tem seu preço, tem valores – E que, por sinal, são muito bem facilitados antes de levarem a dificuldade à tona.
No Brasil se compra tudo, se consome de tudo. O consumo de sexo, a compra do mês, o dinheiro da passagem, a compra de votos, suborno, uma aposta, comprar água, energia, um corpo igual ao da Daniella Cicarelli, os direitos autorais, comprar informação, manipulação. Comprar até dinheiro - E o que o dinheiro puder comprar.
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